Funcionária da SEC diz que “não há razão para não permitir” a ETF do Bitcoin

Apesar de ser uma novata com apenas seis meses de contratada, Peirce declarou que, para ela a SEC tem um papel importante perante aos Estados Unidos e principalmente ao mundo, que todos saibam que nossos mercados estão abertos à inovação.

A proposta dos irmãos Winklevoss de abrir o primeiro bitcoin ETF do mundo foi rejeitada pela SEC na semana passada. Numa entrevista a CNBC, a Sra. Peirce criticou a decisão e divulgou uma longa carta, onde afirmava que “tal decisão envia um forte sinal de que a inovação não é bem-vinda em nossos mercados, um sinal que pode ter efeitos muito além do destino das ETFs do bitcoin”.

A SEC (Securities Exchange Act) declarou a proposta dos irmãos Winklevoss não compatível, mas de acordo com Peirce, não foi correta. Segundo ela, “eu considero que a mudança que foi posta diante de nós era consistente com a Exchange Act, então não vi razão para que não fosse permitida. […] Por isso, eu a teria aprovado, mas meus colegas acreditam que não”.

Ela já foi derrotada por 3 a 1, agora espera-se que as próximas deceisões sejam mais favoráveis. A Sra. Peirce revelou que não tem BTC, mas é uma grande fã da inovação e entende que “há muito interesse para resolver problemas que existem há muito tempo, que podem ser resolvido pelo Bitcoin, as criptomoedas em geral e especialmente a blockchain. Peirce acredita que permitir a ETF “aumentará as oportunidades para os investidores, e que esta última decisão não fez” ela também admitiu que há uma linha muito tênue entre proteger os investidores e não impedir o desenvolvimento do mercado.

Sua opinião é que a SEC está olhando para os pontos errados quando rejeitou a última proposta. Segundo ela todos que participaram da votação sobre a aprovação, deveria ter focado no mercado onde o produto será negociado e não focar nos mercados subjacentes. Ao finalizar a entrevista dada a CNBC ela disse: “Claro que queremos um nívle razoável de proteção, mas se tivermos um sistema que não promova a inovação, ele irá para outro lugar ou não acontecerá. E isso vai trazer prejuízo para muitas pessoas, então eu me preocupo.”

Fonte: CNBC

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